O Série II, IIA e IIB

O Série II, IIA e IIB.
 
Em 1.958, surgiu o estilo predominante do Land Rover, e que continua, até nossos dias, sendo uma característica marcante de todos os modelos atuais, a partir de então.
O responsável pelo desenho destes modelos foi o estilista David Bache que consegui modernizar as linhas, mantendo a identidade dos veículos, com um design muito mais agradável.
O Série II não teve vida muito longa, sendo logo sucedido pelo Série II A.
Os primeiros modelos eram equipados com motor de 1.997 cm3 (somente para o modelo 88") movidos a gasolina, motores 2.057 cm3 diesel e também motores 2.286 cm3 a gasolina, que sucederam depois os motores menores, até mesmo nos modelos de 88".
Os saudosistas devem se lembrar, nos modelos Série I e também no Série II (motores de 2.057 cm3) das bombas de gasolina elétricas, com seu barulho característico (e também suas falhas...) CLEK CLEK CLEK, sempre que se ligava a ignição.
Na parte mecânica, nenhuma mudança, câmbio de 4 marchas, primeira e segunda com engate de topo (chamado engrenamento "seco"), terceira e quarta sincronizadas, freios a tambor nas 4 rodas, sem auxílio por vácuo, painel e instrumentos muito similares ao Série I segunda fase, mas o "gordinho" dava um charme exclusivo para os Landies da época.
Poucos veículos Série II ainda sobrevivem no Brasil, apesar de serem abundantes da Inglaterra (ao contrário dos Série I que são mais abundantes no Brasil que na Inglaterra), sempre nas mãos de colecionadores e em bom estado, apesar serem vistos também Séries II sendo usados como "galinheiros".
O Série IIA sucedeu seu irmão em 1.961 e foi produzido até 1.970, tendo poucas modificações com relação ao Série II (algumas nem notáveis para o "leigo"). A principal delas foi a adoção do motor de 2.286 cm3 a diesel (lançamento) e o abandono do motor de 2.057 cm3 (e das bombas elétricas de gasolina também) e do lançamento do 109" com motorização de 6 cilindros e 2.625 cm3, a partir de 1.967.
Em 1.969, os faróis foram movidos para os paralamas (alguns exemplares anteriores foram fabricados com os faróis nos paralamas para permitirem a exportação para os USA) e o Série IIA ganhou quase todas as benfeitorias adquiridas logo depois pelo Série III.
Em 1.962, surge um veículo que não deve ter sido trazido para o Brasil (se algum leitor conhece algum, por favor entre em contato conosco), o nome dele é Forward Control, e é derivado de um Série IIA.
Trata-se de um veículo equipado com o mesmo chassis (comprimento entre eixos) do 109", motor de 6 cilindros, mas com a frente avançada (a cabine era montada sobre o motor), o que permitia um enorme espaço para carga.
Em 1.966, surge o Série IIB, que é um FORWARD CONTROL com chassis de 110", não tendo porém muito sucesso de vendas.
Um outro modelo do FORWARD CONTROL foi desenvolvido especialmente para o exército no final dos anos 60, tendo entrado em operação no início dos anos 70. Diversos modelos do FORWARD CONTROL foram equipados para servir como ambulância no exército inglês, e ainda se vê, na Inglaterra, modelos originalmente fabricados como ambulância, adaptados para o uso civil como motor homes.
Também conhecido por 101" (ou ONE TONNE), com utilização principal de carregar canhões em locais extremamente difíceis, equipado com motor de 3.528 cm3, V8 e tração permanente em eixos com molas semi elípticas, o 101" fez sucesso no exército, com seu entre eixos extremamente curto, alta potência e carroceria com painéis planos, o que lhe conferia ângulos de enrtada e saída surpreendentes para um veículo deste tamanho.

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